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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Já se tem até manual para o Apocalípse.


Leitores!


Lembram aqueles tópicos na na net, inclusive em sites como o Youtube, onde existem vídeos que falam há tempo, sobre a aplicação de lei marcial?
Pois é! Agora a própria imprensa dos senhores do mundo, já vem condicionando o povo, principalmente em Nova York, para situações de desastres.
Estranho não?!
Conspiracionistas aqueles que já alertaram para tudo isto?
Creio que não, mas é sinal que dias sombrios devem estar por vir, pois não falariam sobre isto em um jornal de grande circulação nos EUA.
Pensem sobre isto.

Corte de Nova York tem manual para lidar com 'Apocalipse'

Texto em 'juridiquês' fala sobre procedimentos em caso de grandes catástrofes, como ataques terroristas e epidemias em massa

The New York Times | 17/02/2011 08:01




Grandes catástrofes, como ataques terroristas e epidemias em massa geram dúvidas entre profissionais de resgate, médicos e funcionários do governo.
E também representam desconcertantes questões jurídicas, inclusive algumas que podem ser dolorosas de considerar, como a forma como os tribunais decidirão quem receberá remédios capazes de salvar vidas, caso haja mais vítimas do que suprimentos.
Mas os tribunais, como os bombeiros e detetives de homicídio, existem, em parte, para lidar com essas questões impossíveis. Também por isso, foi publicado neste mês em Nova York um manual judicial oficial do Estado para servir como um guia para os juízes e advogados que possam enfrentar perguntas desagradáveis em um cenário de um novo ataque terrorista, uma grande contaminação radiológica ou química ou uma epidemia generalizada.
Está tudo lá, em "juridiquês", no manual publicado pelo sistema judicial e pela Ordem dos Advogados do Estado. Quarentenas. O fechamento de empresas. O abate dos animais infectados e a apreensão dos bens. Quando as leis podem ser suspensas e se as pessoas infecciosas podem ser isoladas contra a sua vontade ou submetidas a tratamento obrigatório.
As realidades legais mais surpreendentes são tratadas com eufemismos típicos de advogados. O manual atesta que o governo tem amplo poder para declarar um estado de emergência. "Depois disso ser feito, as autoridades locais podem estabelecer toques de recolher, amplas zonas de quarentena, o fechamento do comércio, a restrição de assembléias públicas e, em certas circunstâncias, a suspensão das leis locais".
 
Publicado com o título de Manual Jurídico de Saúde Pública do Estado de Nova York, o livro do juízo final não anuncia nenhuma nova lei, mas descreve a legislação em vigor e dá aos advogados e juízes diretrizes para lidar com situações assustadoras.
O manual fornece um catálogo de possíveis pesadelos de terrorismo, como episódios de disseminação de antraz, varíola ou botulismo. Ele detalha procedimentos para garantir que as pessoas afetadas por normas de emergência consigam audiências e advogados. Ele menciona ainda que, no caso de um ataque, os oficiais podem controlar o tráfego, as comunicações e os serviços públicos.
Suspensão de leis
Mas o guia também apresenta uma interpretação sóbria de como pode ser a realidade em tempos terríveis. A suspensão das leis, ele diz, está sujeita aos direitos constitucionais. Mas então acrescenta: "Isso não deve ser um obstáculo, porque restrições constitucionais federais e estaduais permitem ações rápidas em situações de emergência".
Quando não houver remédio suficiente para todos em caso de emergência, observa, não há nenhuma regra jurídica clara. O manual sugere que decisões judiciais provavelmente envolveriam uma análise que "equilibrasse a obrigação de salvar o maior número de vidas com a obrigação de cuidar de cada paciente", talvez dando preferência para aqueles com a melhor chance de sobreviver. O texto lembra, porém, que as pessoas idosas e com deficiência podem ter um direito legal se forem discriminadas nesses momentos de crise.
Donna Lieberman, diretora executiva do Sindicatico de Liberdades Civis de Nova York, disse que o livro de 88 páginas lembra os panfletos Cliffs Notes que ajudaram gerações de alunos a aprender Macbeth. "Nem preciso dizer que isto tudo me deixa um pouco nervosa", disse ela, acrescentando que as questões jurídicas levantadas no livro são "sutis, delicadas e difíceis".

*Por William Glaberson

sábado, 16 de outubro de 2010

Governo dos EUA admite ter programa para espionar redes sociais

Documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation (EFF) por meio de uma solicitação de acordo com a lei da liberdade de informação norte-americana revelam que o governo dos Estados Unidos tem um programa de monitoramento de redes sociais e sites de internet. Entre as páginas monitoradas estão o Facebook, MySpace e o Twitter, além de sites noticiosos como o iReport da CNN e o blog DailyKos, de comentários políticos.

O Centro de Monitoramento de Redes Sociais (SNMC, na sigla em inglês) é parte integrante do Departamento de Segurança Nacional (Department of Homeland Security, DHS). O DHS foi criado em novembro de 2002 com o objetivo de combater os ataques terroristas e desastres naturais.

O papel do SNMC dentro do departamento seria auxiliar, levantando informações sobre a “situação corrente”, segundo as revelações dos documentos. Essas informações seriam usadas em outras etapas operacionais, ajudando a tomada de decisões.

A EFF, um grupo sem fins lucrativos em favor da tecnologias livres e privacidade, obteve judicialmente um documento do DHS em que as operações do Centro de Monitoramento de Redes Sociais durante a inauguração presidencial de Barack Obama são descritas. No documento, os monitoradores recebem a sugestão de se tornarem “amigos” de internautas nas redes sociais e estabelecer meios de coletar informações em massa sobre o que é dito e o que está ocorrendo durante o evento.

O documento também instrui os agentes a terem cuidado durante a coleta de informação pessoal dos usuários. Nomes, telefones e endereços de e-mail estão entre os dados cuja coleta é proibida. Nomes de usuário e apelidos podem ser armazenados no banco de dados, no entanto. A EFF reconheceu esse esforço como positivo, mas achou o número de sites monitorados exagerado.

“Mesmo sem informações pessoais, comentários e informações sobre pessoas online podem ser ‘reindentificados’ com o uso de técnicas computacionais sofisticadas, criando problemas de privacidade”, opinou a organização.

Relatos de que o governo norte-americano estaria monitorando redes sociais estão circulando há meses. É a primeira vez, no entanto, que um documento oficial é publicado mostrando que a operação realmente existe.

Fonte - G1

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Debate "Caritas in veritate no Parlamento Europeu



Deputado Mario Mauro afirma o extraordinário do acontecimento

BRUXELAS, segunda-feira, 20 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – A sede do Parlamento Europeu em Bruxelas acolheu na terça-feira passada uma conferência sobre a encíclica social de Bento XVI, Caritas in Veritate, organizada pelo Grupo Popular Europeu.
“Creio que esta iniciativa nos deu muito ânimo”, declarou na Rádio Vaticano o líder do grupo, deputado Mario Mauro.
“Demo-nos conta de que as coisas das quais o Papa fala não são apenas necessidades do mundo contemporâneo, mas também necessidades de nossas instituições”, acrescentou.
Para Mauro, levar uma encíclica do Papa para a Câmara do Parlamento Europeu “significa desafiar, de fato, uma mentalidade envelhecida, na qual se tornou moda um concepção dominante que acredita poder subestimar o homem”.
O deputado recordou que as instituições europeias nasceram por um pacto que quer garantir paz e desenvolvimento.
Ele afirmou que “quem nasce com esta origem não pode não reconhecer nas palavras do Papa uma proposta honesta de um caminho de bem para toda a humanidade”.
Uma encílica política
O deputado explicou que no debate desta terça-feira, “em primeiro lugar foi constatado que a Caritas in veritate é uma encíclica política”.
Neste sentido, explicou que a encíclica começa destacando que a caridade na verdade é um formidável instrumento de promoção da pessoa humana.
“Portanto, se temos em mente o que dizia na Populorum Progressio Paulo VI, ou seja, que a política é a forma mais elevada da caridade, podemos ler a encíclica nesta chave particular, que é: a política na verdade é um instrumento formidável de promoção da pessoa humana.”
Segundo Mauro, “não há página da encíclica que, de uma forma ou outra, não seja um juízo sobre como fazemos política e sobre como o fazer político pode-se transformar no instrumento mais adequado para a realização do bem comum”.
“Números do relativismo”
Os participantes da conferência realizaram uma reflexão antropológica e filosófica, mas também econômica e social.
“Para ser mais específico – disse Mauro –, vale a pena recordar entre os grandes perigos que ameaçam o homem contemporâneo um grande ataque, tanto antropológico como social e econômico, à pessoa humana, advindo do relativismo.”
O deputado alertou do perigo que se corre quando o relativismo se converte em ideologia e ofereceu também alguns “números do relativismo”: há um aborto a cada 27 segundos em nossa sociedade europeia, 10 milhões de divórcios que pesam sobre 15 milhões de filhos e uma população envelhecida que faz com que um país como a Turquia ou o Egito tenha mais da metade dos jovens da União Europeia.
Para Mauro, estes dados refletem “uma concepção na qual se perde a esperança de construir: não há nada pelo que valha a pena viver, não há uma verdade para se comprometer”.
“E isso tem como consequência – continuou – que faltem para a geração atual razões para formar sua casa, formar sua própria família, trazer filhos ao mundo...”.
Pobreza e pessoa
O deputado referiu-se ainda ao fato de ter lido a encíclica no ano europeu contra a pobreza.
“Nossa estratégia sobre a pobreza é de desenvolvimento, não simplesmente uma iniciativa de distribuição de recursos procedentes dos países mais ricos, mas a promoção da pessoa”, disse.
Como para Bento XVI, “é a pessoa que se faz protagonista de seu tempo, seu país, graças à educação, na qual a fé tem uma função relevante, tem a força de enfrentar os problemas”.

domingo, 20 de junho de 2010

Copa: Veto a manifestações religiosas pela Fifa cria polêmica


A cinco dias de a seleção fazer sua primeira partida pela Copa nos gramados da África do Sul, aqui no Brasil a polêmica já entrou no campo... da fé. A proibição da Fifa de que mensagens religiosas sejam exibidas pelos jogadores durante as partidas virou tema de debates sobretudo em sites evangélicos. Muitos internautas veem na regra uma forma de intolerância à diversidade de credos.



Por trás da proibição, estaria a preocupação de que jogadores muçulmanos também repitam os gestos dos evangélicos na Europa, criando uma disputa religiosa no esporte.



— Na minha opinião, essa decisão fere um princípio de liberdade, garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. O atleta que mostra a origem de sua fé, agrega valor ao esporte. Aquela ajoelhada dos jogadores muçulmanos após o gol, por exemplo, é uma ajoelhada para Alá — afirma o ex-piloto Alex Dias Ribeiro, diretor-executivo do ministério Atletas de Cristo de 1985 a 2007.



A restrição atinge em cheio o grupo de Dunga, de maioria evangélica, acostumado a expressar fé em campo, sobretudo nas figuras do meia Kaká e do capitão Lúcio.



Advertência em 2009



Uma dessas manifestações, na final da Copa das Confederações, no ano passado, resultou numa advertência à CBF. Na época, a federação pediu moderação na atitude dos atletas, que fizeram um espécie de culto no gramado. O Brasil só não foi punido porque a oração foi feita após a partida. Sete anos antes, na conquista do pentacampeonato, o comportamento dos jogadores já era alvo da observação da Fifa, que mostrou descontentamento com o que teria considerado excesso de referências religiosas.



O ex-jogador Paulo Sérgio, que participou da conquista do tetra, não concorda com a decisão. Mas acha que o gramado não é o único palco para manifestar a fé:



— Em 1994, tínhamos liberdade. Mas você pode mostrar que é atleta de Cristo de outras formas, com suas ações no dia a dia.



'Jesus' na chuteira de Kaká



A restrição ao uso de mensagens religiosas, políticas e declarações pessoais está relacionada no item 4 da Regra dos Jogos da Fifa. Ele trata do equipamento básico de uso obrigatório pelos jogadores, como a chuteira, peça na qual Kaká pode exibir a frase “Jesus in first place” (Jesus em primeiro lugar, em inglês), durante as partidas em solo africano.



O calçado foi personalizado por uma das patrocinadoras do jogador e mostrado dias antes do embarque dos jogadores para a África do Sul. O jogador Grafite também ganhou um modelo exclusivo, mas com os dizeres Graffa 23 (número da camisa que usa na seleção).



Consultada sobre qual seria a punição ou sanção aplicada ao jogador ou à CBF pelo uso da chuteira com conotação religiosa — o que seria uma violação à regra — a Fifa respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que não poderia especular sobre algo que ainda não aconteceu.



O diretor de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, afirmou que os dizeres impressos nos calçados dos jogadores não são de responsabilidade da entidade. Segundo ele, não houve nenhum tipo de censura da Fifa no episódio da Copa das Confederações:



— A advertência foi só com relação àquele episódio. Não houve recomendação sobre chuteira. O que está escrito nela é de responsabilidade de cada jogador.


Fonte- http://www.extra.globo.com/

Nota - Quero deixar claro aqui meu posicionamento,de acordo com o Espírito de Profecia,contra jogos de competição. A notícia foi postada aqui,para exemplificar a perda de liberdades individuais,e leis cada vez mais opressivas sendo criadas.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

"Desligar a Internet"???

Projeto de lei dos EUA quer dar ao Presidente poder de "desligar" a internet


Caso entre em vigor, a lei dará ao governo direito de adquirir informações de empresas relacionadas a serviços da web e ainda pode controlar, e até mesmo desligar, a internet no País



Foi apresentada nesta segunda-feira, 14/06, nos Estados Unidos, um projeto de lei que pode dar ao Presidente poder suficiente para controlar e até mesmo desligar a internet dentro do País. A ideia é permitir ações efetivas em situações consideradas de emergência. Com a medida, as empresas de buscas como o Google ou de softwares como a Microsoft ficariam sujeitas à ordens do Governo.



A proposta surge como forma de reforçar a velocidade de resposta em relação a algum ataque de grande escala que ameace a segurança do país. Segundo um dos senadores responsável pelo projeto, Joe Liebermann, a atitude pensada pretende "proteger as redes e os seus bens e proteger o país e o povo". Além de articulador da proposta, Liebermann também é presidente do Comitê de Segurança Norte-Americano.



A ação, no entanto, já é alvo de duras críticas. Os comentários negativos dos setores industriais são direcionados aos limites ainda difusos de poder sobre a rede. Com o projeto em vigor, empresas relacionadas à internet, telefonia ou gestoras de tecnologias de informação poderão ser obrigadas a cumprir ordens federais e cooperar com a prestação de informação.



Caso o projeto realmente vire lei, será preciso criar o Centro Nacional de Segurança e Informática, organismo que fará a manutenção sobre as novas regras de cibersegurança. O órgão será subordinado ao Departamento de Segurança Interna.



O centro a ser criado terá como missão monitorar infraestruturas da web pertencentes ao país e ainda colaborar com outros organismos federais durante adoção de práticas de prevenção e monitoramento de ciberterrorismo.



Fonte - Olhar Digital

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Google

Google admite ter coletado dados pessoais de acesso à internet


O Google admitiu na sexta-feira, 5, que, desde o início do Google Street View, serviço de mapas com fotos de ruas, vem coletando "inadvertidamente" informações pessoais sobre usuários que utilizam redes sem fio desprotegidas ao redor do mundo. Em post no blog oficial da empresa, o vice-presidente sênior de engenharia e pesquisa, Alan Eustace, assumiu que a companhia armazenou dados como os nomes das redes sem fio e os números dos roteadores dos internautas, mas não teve acesso às informações transmitidas na rede pelas pessoas.



De acordo com o executivo, a coleta de informações ocorreu por conta de um erro técnico causado por um código de programação mal escrito no software desenvolvido para que os carros de mapeamento do Street View acessem a web. Eustace conta que o programa vinha, desde 2007, copiando os endereços de acesso das redes pessoais que detectava e os armazenava num pequeno banco de dados, problema que passou despercebido pelos técnicos do Google.



Ainda no post, a empresa se compromete a apagar as informações assim que possível e informa que já entrou em contato com os principais órgãos reguladores mundiais para iniciar o processo. O esforço, contudo, não deve ser suficiente para acalmar os ânimos dos defensores da privacidade on-line ao redor do mundo.



Segundo informações do New York Times, o comissário federal para proteção de dados e liberdade de informação da Alemanha, Peter Schaar, ironizou os motivos apontados pelo Google para a coleta dos dados e concluiu que "o software defeituoso foi instalado e usado sem ter passado por testes, por isso bilhões de bits foram coletados sem que ninguém tenha reparado, nem mesmo as equipes técnicas do Google".



Já Simon Davies, diretor da Privacy International, entidade mundial para proteção de dados pessoais transmitidos na web, acredita que os danos, tanto à privacidade dos internautas quanto à imagem pública do Google serão irreparáveis. Ele analisa que, em três anos, o site de buscas saiu de uma posição de quase adoração em todas as partes para se tornar uma espécie de "Big Brother" do comportamento dos internautas.



Fonte: Ti Inside



NOTA blog Resta Uma Esperança: Estamos sendo vigiados e já faz algum tempo, por enquanto é só para garantir que o trabalho pode ser feito, mas tarde, como afirma a profecia, tudo estará sob controle mundial. Tomemos cuidado!

domingo, 25 de abril de 2010

Google aponta Brasil como líder mundial no pedido de censura no Blogger, Orkut e YouTube






O Brasil lidera o ranking de solicitações para censura em produtos e serviços oferecidos pelo Google, de acordo com dados divulgados pela empresa nesta terça (20). O país emitiu, no período de julho a dezembro de 2009, 3.663 pedidos de envio de dados de usuários e outros 291 para remoção de conteúdo.

Segundo a empresa, os números retratados no mapa referem-se a informações que envolvem difamação, crimes de ódio [que abrangem críticas ao homossexualismo, ao islamismo e às religiões afro-brasileiras] e falsidade ideológica.

Cerca de 82% das solicitações brasileiras estavam de acordo total ou parcialmente com a política do Google para esses casos. O Google mostra ainda para quais serviços da empresa foram feitas as solicitações: o Orkut está na frente de todos eles, com 119 pedidos diretos e outros 99 a partir de ordens judiciais. Em seguida está o YouTube (1 pedido direto e 32 por ordens judiciais) e o Blogger, com 21 pedidos via ordens judiciais.

Censura crescente na web

Ao mesmo tempo, o Google faz um alerta sobre o crescimento da censura na web nos últimos tempos. No comunicado oficial, a empresa ressalta que mesmo diante da garantia de liberdade de expressão, existente no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e que se aplica também à internet, “a censura na web por governos cresce rapidamente: do bloqueio imediato e filtragem de sites a ordens judiciais que limitam o acesso à informação, além da legislação que obriga as empresas a praticar auto-censura de conteúdo”.

Editado diretamente de notícia do UOL.

Divulgação: www.juliosevero.com

Para ver como o Blog Julio Severo é uma das vítimas de tentativas de censura por parte do governo brasileiro, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Brasil não assegura livre expressão, avalia OEA

Safernet de olho nos “criminosos” que não aceitam a agenda gay

Em matéria no Jornal do Brasil, filósofo Olavo de Carvalho denuncia censura ao Blog Julio Severo

Google devolve ao Blog Julio Severo o direito de livre expressão

Plan to Shut Down Blog of Brazil Pro-Family Leader Backfires







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