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domingo, 10 de outubro de 2010

Entenda o debate em torno da 'guerra cambial' entre os países

O diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn e o presidente do Banco Mundial Robert Zoellick
Strauss-Kahn (direita) disse que países usam câmbio como arma
Representantes das principais economias do mundo estarão reunidos neste final de semana em Washington com uma preocupação em comum: como evitar o que especialistas e governos vêm chamando de “guerra cambial”.
Diversos países, entre eles Estados Unidos e Brasil, reclamam de outras nações, sobretudo emergentes, que estariam forçando a desvalorização de suas moedas como forma de beneficiar suas exportações.
Anfitrião do encontro, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que muitos países consideram suas moedas como uma “arma” e que isso “certamente não é bom para a economia global”.
O foco das críticas tem sido a China, que tem o controle cambial sobre sua moeda, o yuan – enquanto nas principais economias do mundo as moedas locais flutuam de acordo com as negociações de mercado.
O governo brasileiro já começou a agir: em menos de uma semana anunciou duas medidas com o objetivo de restringir a entrada de capital estrangeiro no país e, assim, tentar atenuar a valorização do real.
A BBC Brasil preparou uma série de perguntas e respostas que explicam o debate.
O que seria uma guerra cambial?
O termo vem sendo usado por diversos governos e economistas para descrever uma suposta disputa entre os países envolvendo suas moedas.
O argumento é de que alguns países, sobretudo emergentes, estariam “forçando” a desvalorização de suas moedas para beneficiar seus ganhos com exportação.
Apesar de negócios com a China, EUA criticaram a desvalorização do yuan
Os governos têm evitado um confronto direto com a China, mas muitos consideram o país asiático como vilão dessa disputa. Além de ser uma das principais economias do mundo, a China é uma das poucas a manter o regime de câmbio fixo.
A cotação da moeda local, o yuan, é controlada pelo governo, enquanto nas principais economias o câmbio é flutuante, ou seja, tem sua cotação definida pelas negociações de mercado.
Para muitos economistas, essa diferença entre os regimes causa distorções na economia financeira internacional, levando à adoção de medidas de retaliação – daí o termo “guerra cambial”.
Essa guerra já está em curso?
É difícil afirmar com precisão. Muitos especialistas, como o colunista do jornal britânico Financial Times, Martin Wolff, acreditam que sim. Já o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, prefere falar em “tensão” no lugar de “guerra”.
Seja guerra ou apenas uma tensão, todos parecem concordar que existe um movimento em curso em diversos países cujo objetivo seria o de evitar prejuízos com uma excessiva valorização cambial.
Um desses países é o Brasil, que em menos de uma semana anunciou duas medidas para tentar atenuar a valorização do real. A principal delas foi a elevação de 2% para 4% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro que entra no país em busca de rendimentos de curto prazo (basicamente, títulos do governo).
Mas o Brasil não é o único. No mês passado, o governo japonês decidiu intervir na cotação de sua moeda, o iene, algo que o país não fazia desde 2004. O banco central da Coreia do Sul também anunciou medidas que deverão interferir no câmbio a partir deste mês.
Os Estados Unidos, apesar de mais cautelosos em função da forte ligação econômica com Pequim, também têm subido o tom contra a desvalorização da moeda chinesa.
No mês passado, a Câmara dos EUA aprovou um projeto de lei que permitirá ao governo americano tratar a desvalorização do iene como um subsídio, abrindo as portas para uma série de medidas protecionistas contra a importação de produtos chineses.
Se o câmbio chinês sempre foi fixo, por que essa discussão agora?
Segundo o professor da Faculdade de Economia da USP Celso Grisi, a origem desse debate está na crise financeira internacional.
“Estados Unidos e Europa, principalmente, ainda sofrem as consequências da turbulência que começou há dois anos, com desemprego e sérios problemas fiscais”, diz o economista.
Com o consumo interno ainda fraco, muitos países têm buscado nas exportações uma forma de manter a economia rodando.
Mas como não tem sido fácil encontrar compradores em outros países, a desvalorização cambial acaba sendo uma saída para tornar as vendas ao exterior mais competitivas.
O problema, então, está só na China?
China é considerada uma das principais responsáveis pelo debate
Segundo os economistas, não. Por ser o maior exportador do mundo e exercer o controle sobre sua moeda, a China é responsável por grande parte do problema, mas não é a única.
Há diversos fatores que também contribuem para a excessiva valorização de algumas moedas e para um desequilíbrio comercial.
Com um deficit de 3% (em relação ao PIB) em sua conta corrente, que inclui um forte deficit comercial com os chineses, os Estados Unidos culpam Pequim por prática de “comércio injusto” ao manter o yuan desvalorizado.
Por outro lado, há o argumento de que os Estados Unidos não só “criaram a crise”, como também permitiram que a poupança interna ficasse abaixo do desejável, tornando o país extremamente dependente de importações.
O governo brasileiro, que acompanha os Estados Unidos nas críticas à política cambial da China, também tem problemas internos que mantêm sua moeda valorizada.
“O Brasil tem uma das maiores taxas de juros do mundo, que acabam sendo mantidas nesse patamar para sustentar a dívida pública. Ou seja, o problema não é só com os chineses”, diz Grisi.
E qual seria a solução para o problema?
A discussão sobre como equilibrar as diferenças cambiais entre os países é considerada um dos temas mais controversos da macroeconomia. Para muitos especialistas, trata-se de um problema sem uma solução única.
Como os teóricos da atualidade descartam a volta de um regime internacional de câmbio fixo, que segundo eles impõe uma série de desvantagens, a saída seria um “meio termo” – ou seja, manter o câmbio flutuante, mas com alguma coordenação entre os países.
Essa coordenação, no entanto, pressupõe uma ampla negociação entre as principais economias. “Em toda negociação, todos têm de ceder. E esse nunca é um processo fácil entre potências”, diz o professor da USP.
Segundo ele, algumas medidas poderiam “atenuar” o problema, como um maior controle sobre gastos públicos da parte dos países ricos e uma disposição da China em aceitar um grau maior de valorização de sua moeda. “Mas nada disso é simples”, acrescenta Grisi.
O assunto promete ser o principal tema não apenas da reunião do FMI, que começa nesta sexta-feira, mas também da cúpula do G20, nos dias 11 e 12 de novembro, na Coreia do Sul.
    Nota(D.S.) - Leiam com muita atenção este texto da BBC Brasil sobre a economia mundial, principalmente os trechos grifados. Não sou economista, nem profunda entendedora do assunto, mas é fácil de se notar que as economias mundiais buscam consenso, coalisão; isto devido à ganância e a sede por maiores lucros na importação de seus produtos.
    |Aonde isto nos levará? A uma Nova Ordem Mundial. Uma nova ordem econômica, política, social e religiosa.
    Amigos, não vamos ficar assistindo de camarote, precisamos é pregar o evangelho e principalmente a verdade sobre o Santo Sábado. Que possamos nos aperceber dos tempos em que vivemos e nos preparar para a crise final.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Futuro da Europa em tempo de caos

Vivemos numa época em que o caos se impõe como o estado normal de quase todas coisas. As previsões dos especialistas, desde a economia à estratégia, são desmentidas com enorme frequência, a instabilidade é uma constante e as incertezas circundantes causam perturbação e angústia ao cidadão comum.



A percepção de um mundo em que os desequilíbrios preponderam é de tal ordem que um sociólogo escreveu recentemente um ensaio que poderíamos traduzir livremente por "O Caos como Evidência Quotidiana" (Wallerstein). Tal estado caótico tornou-se mais visível após a crise financeira e económica de 2008, com todo o seu cortejo de consequências negativas, desde inoperância de instituições e a falência de empresas aparentemente sólidas até ao alastramento do desemprego no plano mundial.



Entre todos esses sinais de crise permanente avulta a incapacidade de muitos governos nacionais para lidarem, de forma isolada, com fenómenos que lhes escapam e se situam cada vez mais na dependência de instâncias supranacionais ou de grandes grupos empresariais e financeiros.



A narrativa do "fim da história", surgida após a queda do Muro de Berlim e da União Soviética, não sobreviveu à transição para o século XXI. nem à visão que lhe estava associada dos Estados Unidos como "hiperpotência". Ainda o novo século mal começara e os atentados de 11 de Setembro em Nova Iorque, não só destruíam a ideia de inviolabilidade do território americano, mas também chamavam a atenção para o surgimento de novas organizações que, sem se identificarem com Estados nacionais, conseguiram, com recurso a métodos terroristas, pôr em causa o sistema de segurança interna dos Estados Unidos.



O novo século inicia-se com o debate sobre o islamismo radical, em torno das guerras do Afeganistão e do Iraque, enquanto a questão do Médio Oriente se continua a agravar, sem que se vislumbrem vias eficazes para a negociação e a paz. Mas a questão islâmica não pode ser circunscrita às correntes fundamentalistas e às organizações terroristas, como deixou claro, o Presidente Obama no seu notável discurso do Cairo, em que o Estado americano se distancia das teorias sobre a "guerra das civilizações" ou as crenças religiosas como chave para a interpretação de todos os conflitos contemporâneos, invocando a semelhança entre princípios de defesa da paz consagrados no Corão, no Talmut ou na Bíblia.



A questão do fundamentalismo não esgota as problemáticas geoestratégicas do nosso tempo. O século XXI está a ser também marcado pela emergência de novos países como a China, a India e o Brasil que, estando longe de possuir o potencial militar dos Estados Unidos, possuem condições de crescimento, económico, tecnológico e demográficas que forçam os estrategistas políticos a considerá-los enquanto actores de uma nova repartição de poderes no mundo.



Que lugar para a Europa neste mundo caótico em que os Estados Unidos olham cada vez mais para o Pacífico, mesmo que não desvalorizem a "relação atlântica"? Com a Inglaterra sempre "eurocéptica" e a Alemanha cada vez mais centrada em si própria e nas suas zonas de influência tradicionais, a construção europeia não voltou a reencontrar o ritmo do período anterior à queda da URSS e ao alargamento.



Os anos doirados de Jacques Delors pertencem a outra era. A possibilidade de transformar o poder económico da União Europeia em força política autónoma esbarra nas estruturas dos Estados nacionais. As múltiplas hesitações na ajuda financeira à Grécia, de mau presságio para países em situação económica e financeira difícil, como o nosso, mostram que, nos cenários a médio prazo, já será bom que a União Europeia mantenha os adquiridos institucionais, sem alterar a sua geografia (através da eventual saída de estados membros) e assegurando a permanência da zona euro.



Fonte - Jornal de Notícias



Nota -  Blog Cristo Voltará: Disse Daniel (cap. 2:41 a 44), por inspiração profética do DEUS todo poderoso, que conhece o futuro tanto quanto o passado, que aquele Império Romano (correspondente em sua maior parte a Europa atual), se fragmentaria em dez e que não mais se reunificaria. Hoje vemos uma Europa em vias de reunificação, e a profecia questionada por alguns, ou até muitos. A Europa está, como dissemos, em vias de reunificação, mas nunca consegue completar o projeto. É o bloco, no mundo, mais adiantado nesse objetivo, e no entanto, nunca se reunifica. A realidade dos fatos proclama em alta voz que a profecia está firme a se cumprir. Na análise profética desse mês de maio, entendemos por oportuno, deixar que pessoa independente fale por si. Abaixo (acima) está um artigo de Mário Mesquita, que ocupa altos cargos no governo brasileiro na área econômica, como o de Diretor de Política Econômica do Banco Central. Ele escreveu um artigo postado no jornal eletrônico português “Jornal de Notícias”, exatamente sobre o cumprimento da profecia de Daniel. Ele o fez sem saber dessa profecia, o que é impressionante. Sua análise se estende para além da Europa. É uma região do mundo frágil, que aos poucos perde poder político e econômico, que não consegue se unir, cujos países são, alguns fortes, outros fracos, que a cada pouco está em crise interna. É a expressão do autor do artigo, e da Bíblia também. A quem tem alguma sabedoria, e esse autor tem muita, está ficando óbvia a formação de uma crise sem precedentes sobre o mundo. Sim, o cenário é óbvio, ele fala por si!



Fica cada vez mais definitivo que o palco de ações desses últimos dias é os Estados Unidos da América. E há outros poderes emergentes no mundo, mas a Europa, que já dominou o mundo, perde importância. Agora com a crise na Grécia, pode-se mais uma vez constatar como ela está fragilizada. Se bem que a última crise vem dos Estados Unidos, e será uma crise econômica, política e religiosa, estando esses ingredientes todos juntos, saiba-se que será de fato a última crise, a Europa, que já dominou a questão religiosa no mundo, pouca influência exerce. O curioso é o seguinte, o poder que vai comandar a ida do mundo para a crise final está na Europa, precisamente, na cidade de Roma, cujo Coliseu, símbolo da perseguição contra os cristãos pelo Império Romano, esses dias viu ruir uma parte dele. Se o Coliseu já foi símbolo de perseguição, hoje ele pode servir de símbolo da queda de Babilônia impulsionada pelo poder do Império Romano. E a fragilidade da economia americana, embora a potência de suas armas, serve de alerta de que, se não fosse pelo poder de DEUS, o mundo já estaria no caos. Sim, é sobre caos que o autor do artigo a seguir fala. Leia-o, e veja se não tem traços proféticos, escritos, por nada mais que um economista. Eis que a última crise é uma perplexidade global que ocorrerá fortemente no campo econômico, embora em todos os campos da humanidade. Até o decreto dominical é um boicote econômico sobre indivíduos. O cenário, no mundo, está se formando, e a última crise está sendo ensaiada.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Todos pela sobrevivência do Euro

Apesar dos esforços da União Europeia, moeda única voltou a abrir em baixa frente ao dólar



Os esforços pela manutenção da estabilidade da moeda única europeia encontram em um dos líderes mais importantes do mundo uma voz de apoio. O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, disse nesta segunda-feira, 10, que seu país apoiará o plano da Europa para blindar o euro.



“A economia mundial se recupera lentamente, mas não devemos subestimar a gravidade e a complexidade da crise. A comunidade internacional precisa melhorar a cooperação com esforços em longo prazo”, disse Jiabao a José Luis Zapatero, presidente da Espanha, país que ocupa a presidência rotativa da União Europeia. As informações são da agência de notícias oficial da China, Xinhua.



Interdependência dos mercados



Compreende-se: a União Europeia é o principal parceiro comercial da China, que precisa da economia do bloco em estado saudável para fazer com que suas exportações voltem ao nível anterior à crise.



Nesta terça-feira, 11, o euro abriu em baixa em relação ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt, cotado a US$ 1,2687, contra US$ 1,2857 da tarde de segunda, 10. Isso apesar de o “mecanismo de estabilização” de € 500 bilhões ter sido anunciado cerca de 24h antes.



Fonte - Opinião e Notícia



Nota DDP: Por mais que se esforcem, as tentativas de unificação da Europa vão caindo uma a uma. E a profecia dada a Daniel, 600 anos antes de Cristo, continua atual, verdadeira e sustentando a promessa da breve volta de Cristo. Para saber mais sobre este assunto, clique em "Desvendando Daniel: o sonho que revelou o futuro".

Fonte : http://www.diariodaprofecia.blogspot.com/

terça-feira, 27 de abril de 2010

Por uma Nova ordem Mundial

Brasil e Irã devem trabalhar por nova ordem mundial, diz Ahmadinejad

Amorim pediu flexibilidade ao Irã e à comunidade internacional

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta terça-feira ao chanceler Celso Amorim que Brasil e Irã devem trabalhar por uma nova ordem mundial.

“Irã e Brasil devem desempenhar um papel maior na criação de uma nova ordem mundial mais justa”, disse Ahmadinejad após um encontro com o chanceler em Teerã.

Amorim está no país para preparar a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em maio. O ministro se encontrou com o presidente do Parlamento iraniano, Ari Larijani, com o chanceler do país, Manouchehr Mottaki, e com Ahmadinejad.



Além do líder iraniano, Mottaki também ressaltou a importância do Irã e do Brasil no cenário global e afirmou que os dois são “grandes jogadores internacionais que podem desempenhar um papel fundamental no estabelecimento da paz e da segurança internacionais”.



“Estamos otimistas sobre as perspectivas de uma cooperação coletiva entre os dois países e acreditamos que a ampliação desses laços irá beneficiar tanto as duas nações como toda a região”, disse Mottaki.
Amorim, por sua vez, disse que encerrou sua missão no Irã de forma “mais otimista” sobre um acordo para evitar sanções contra o país.
“As conversas em Teerã foram profundas e complexas, mas não definitivas. Saio daqui mais otimista”, disse Amorim, antes de embarcar de volta ao Brasil.

Garantias

Durante a visita, o chanceler voltou a defender o diálogo como a melhor saída ao impasse sobre o programa nuclear do país, mas afirmou que o Irã tem que garantir à comunidade internacional que seu programa não tem objetivos militares.

Em entrevista coletiva transmitida pelo canal iraniano em inglês Press TV, após encontro com o chanceler iraniano, Amorim também fez um apelo para que o governo iraniano e as potências mundiais demonstrem "flexibilidade" para chegar a um acordo sobre o assunto.
"O Irã deve ter o direito de manter atividades nucleares pacíficas, mas a comunidade internacional deve receber garantias de que não haverá violações nem desvios para o uso em fins militares", afirmou o ministro.

"Na maioria das vezes, por algum motivo, pode haver dúvidas e até suspeitas. Mas o que o Brasil diz é que todas essas ambiguidades precisam ser eliminadas."

Em entrevista à agência de notícias oficial iraniana Irna após os encontros em Teerã Amorim afirmou que o Brasil está interessado em evitar que o Conselho de Segurança da ONU imponha uma nova rodada de sanções ao Irã.

"Acreditamos que sanções são ineficientes", afirmou. "A única coisa que as sanções fazem é prejudicar as pessoas, principalmente as classes mais baixas."
O Brasil é membro temporário do Conselho, que reúne ainda outros 14 países. Para serem aprovadas, as sanções precisariam de pelo menos nove votos na organização, sem que nenhum dos membros permanentes usem seu poder de veto.
Ainda na mesma entrevista, Amorim disse que o Brasil poderia considerar a hipótese de realizar em território nacional o enriquecimento de urânio para o Irã.
"Até o momento, não houve uma proposta. Mas se recebermos essa proposta, ela seria examinada", afirmou.
Sobre as críticas à aproximação do Brasil com o Irã, o ministro afirmou que elas são "naturais".

"Até nossos melhores técnicos de futebol enfrentam críticas", brincou. "Mas as críticas não podem ser vistas como uma pressão."
Fonte :BBC Brasil

Nota- "E quando disserem paz,paz,eis que sobrevirá repentina destruição."