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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Primeiras pedaladas rumo ao ECOmenismo

O presidente boliviano, Evo Morales, uniu-se neste domingo às atividades deum dia a favor do meio ambiente na cidade central de Cochabamba e percorreu 13 km de bicicleta para chegar a um ato oficial. O governante partiu de Cochabamba para a região vizinha de Sacaba, acompanhado por seu ministro de Comunicação, Ivan Canelas, autoridades municipais e uma forte escolta, todos de bicicleta. Segundo a agência estatal ABI, Morales usou uma antiga bicicleta que ganhou na década de 1990. “Devo dizer aos que organizam este dia que é uma grande contribuição para preservar o meio ambiente”, disse. A prefeitura de Cochabamba emitiu uma norma que proibiu neste domingo a circulação de veículos na cidade entre as 9h e as 17h no horário local (10h as 18h de Brasília), com o objetivo de reduzir a poluição do meio ambiente.

(Terra)

Nota: Pelo visto, a corrida rumo à dedicação oficial do domingo para a preservação do meio ambiente, dia de baixo carbono, dia para “salvar a Terra”, etc. tem tido bastante aceitação mundo afora. Experiências foram feitas em outros países (como o domingo sem automóvel, na Alemanha) e o Parlamento Europeu lida com um projeto para oficializar o domingo como “dia da família”. Assim, quando o decreto dominical for aprovado nos Estados Unidos, provavelmente não haverá resistência por parte das pessoas, independentemente do país, da corrente religiosa (ou falta dela) ou mesmo da orientação política. Quase todos darão as mãos no sentido de usar todos os meios possíveis para salvar a vida neste mundo. Quer conhecer mais sobre o cenário futuro neste planeta? Leia o livro O Grande Conflito.[MB]
Fonte : http:// www.criacionismo.com.br

sábado, 3 de julho de 2010

Ecologia e redistribuição de Riqueza

Superar o desequilíbrio global a partir da “Caritas in Veritate”




Afirma Dom Toso, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz



ROMA, sexta-feira, 2 de julho de 2010 (ZENIT.org) - O bispo secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, Dom Mario Toso, considera que falta um novo projeto para superar os desequilíbrios globais que ouse pensar partindo das contribuições da encíclica Caritas in Veritate. Ele interveio na quinta-feira (24) no VII Simpósio Internacional de Professores Universitários, que aconteceu em Roma.



Dom Mario Toso falou sobre o tema Caritas in Veritate. Rumo a uma economia ao serviço da família, pessoa, sociedade, instituições.



O secretário mostrou-se convencido de que “a encíclica Caritas in Veritate pode se converter na carta magna de um empenho renovador das culturas e da concepção do desenvolvimento da família humana, além das relativas políticas e legislações, como foi a Rerum Novarum de Leão XIII, entre os séculos XIX e XX”.



“Em uma sociedade ‘líquido-moderna’ – acrescentou –, falando com a expressão de Zygmunt Bauman, Caritas in Veritate oferece esperança em um renascimento espiritual e moral, um suplemento de reflexão e bases de uma nova projeção capaz de superar os desequilíbrios globais”.



Na encíclica – destacou –, “encontram-se princípios de reflexão, critérios de julgamento, orientações práticas que exigem ser desenvolvidas e integradas desde o ponto de vista teórico-prático, da operativdade historicamente contextualizada”. 

Por exemplo, ele destaca o número 32 do texto do Papa: “a dignidade da pessoa e as exigências da justiça requerem, sobretudo hoje, que as opções econômicas não façam aumentar, de forma excessiva e moralmente inaceitável, as diferenças de riqueza e que se continue a perseguir como prioritário o objectivo do acesso ao trabalho para todos".



Dom Toso enfatizou ainda do texto: "o aumento sistemático das desigualdades entre grupos sociais no interior de um mesmo país e entre as populações dos diversos países, ou seja, o aumento maciço da pobreza em sentido relativo, tende não só a minar a coesão social — e, por este caminho, põe em risco a democracia —, mas tem também um impacto negativo no plano económico com a progressiva corrosão do capital social', isto é, daquele conjunto de relações de confiança, de credibilidade, de respeito das regras, indispensáveis em qualquer convivência civil".



"Por isso, há que avaliar atentamente as consequências que podem ter sobre as pessoas as tendências actuais para uma economia a curto se não mesmo curtíssimo prazo. Isto requer uma nova e profunda reflexão sobre o sentido da economia e dos seus fins, bem como uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento, para se corrigirem as suas disfunções e desvios."



"Na realidade, exige-o o estado de saúde ecológica da terra; pede-o sobretudo a crise cultural e moral do homem, cujos sintomas são evidentes por toda a parte", citou o prelado.



FONTE: http://www.zenit.org/article-25389?l=portuguese 

 Nota - O texto é muito esclarecedor,e não deixa dúvidas ao estudante das profecias que, existe um movimento crescente no Vaticano para que toda a sociedade aceite e respeite suas reinvidicações para
" salvar o planeta".

Percebam como há muita sutileza nas palavras expostas acima. Quem não deseja a minimização dos problemas sociais através de trabalho digno para todos?

A questão é o COMO eles pretendem resolver problemas sociais,econômicos,ecológicos,políticos...etc. Com certeza a fórmula em que pretendem resolver todas estas questões, é a fórmula do grande enganador.


Fiquemos atentos e nos preparemos,pois com certeza Deus intervirá em breve no planeta e resolverá de vez todos estes problemas do jeito DIVINO,e aí sim, haverá a correta solução para o problema do pecado e pecadores.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Caminhos para a União Profetizada

Parlamentares norte-americanos começaram na quinta-feira a focar formas de atenuar o ônus financeiro que a legislação sobre a mudança climática pode ter sobre os pobres, especialmente num momento de recessão.

O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, anunciou que tentará aprovar até meados do ano um projeto que limita as emissões de gases do efeito estufa em carros, usinas elétricas e outras indústrias. O presidente Barack Obama apoia tais controles, mas só quer a implementação depois de 2012, quando termina seu primeiro mandato.
A polêmica medida, à qual muitos republicanos se opõem, seria combinada com iniciativas de energia renovável em um megaprojeto, de acordo com os planos divulgados por Reid e pela presidente da Câmara, Nancy Pelosi.
"A Câmara decidiu juntá-los todos. É provavelmente para aí que nos encaminhamos", disse Reid a jornalistas. "Não conseguiremos (aprovar o pacote do Senado) até algum momento no verão (do hemisfério norte), no mínimo."
Reid disse que já conversou com Pelosi também sobre juntar o pacote climático na legislação orçamentária, o que exigiria a aprovação de 51 dos 100 senadores, e não de 60, como ocorre normalmente para superar possíveis obstruções regimentais dos republicanos.

"Ah, adoro 51 (votos) em comparação com 60. Sabemos que é uma alternativa", disse ele.

Se o Congresso, com sua maioria democrata, aprovar a legislação, seria o fim de oito anos da política do governo de George W. Bush contra medidas destinadas a conter as emissões de carbono, já que o ex-presidente considerava que isso seria nocivo à economia norte-americana.

Enquanto Reid esboçava seu plano para o controle climático, alguns deputados, inclusive alguns representando distritos pobres e rurais, pressionavam especialistas por formas de mitigar o impacto sobre os pobres, que gastam uma maior proporção da sua renda com aquecimento e combustível do que as pessoas de classe média e alta.

"O impacto é real, e vamos ter de resolvê-lo", disse o deputado Chris Van Hollen, membro da liderança democrata na Câmara.
Reuters

Colaboração: Fernando Machado
Essa preocupação ecológica de estadistas, ONGs, celebridades e da mídia em geral vem atrelada com valores mísiticos e tem sido suficiente para agregar grupos políticos, religiosos e ideológicos que antes pareciam irreconciliáveis. O fenômeno recebeu a alcunha sugestiva de ECOmenismo.

Blog Questão de confiança -Pastor Douglas Reis
http://www.questaodeconfianca.blogspot.com/